“A gente só sabe o que já sentiu” – Arthur da Távola
Qualquer forma de conhecimento fora da experiência vivida, ou seja, nascida da inperiência e da inexperiência, é teoria, não é vida.
Qualquer forma de conhecimento fora da experiência vivida, ou seja, nascida da inperiência e da inexperiência, é teoria, não é vida.
Nesse pequeno artigo o escritor Tom Morris resume a importância da filosofia e das reflexões mais antigas (quer da ciência ou das religiões) para não se perder de foco a importância das decisões que tomamos porque a tecnologia nos permite. A sabedoria está em considerar amplos aspectos éticos, profundamente humanos, que deixem tão importantes os ideais de uma vida mais saudável, justa e livre quanto a escalada por consumo e controle que as novas tecnologias e globalização nos oferecem. Não podemos desconsiderar a intenção e os propósitos que escolhemos dar a nossa vida e seu impacto no mundo em que viveremos.
Nesta “psicografia” o outro Fernando Pessoa comenta sobre si mesmo: um “auto”r. A autoria sobre um assunto, sobre a dor, por exemplo, tão comum entre os poetas, é aqui magnificamente nomeada por Pessoa como um “fingimento”... ou seja, uma forma de apresentar e ser que carece de verdade, mas de grande utilidade estética... poética... e para o coração. Quando acessamos uma das poesias mais conhecidas de Fernando Pessoa, escrita em 1/04/1931 e o lemos debochar do coração que ri da dor do outro... podemos imediatamente nos perguntar quantas de nossas emoções mais declaradas são, de fato, sinceras?
Essa história simples de fé traz uma mensagem também interessante: ninguém conhece a realidade espiritual de nenhuma outra pessoa. O comentário ressalta a conclusão de que saber que são se sabe nos leva ao não-julgamento. Mais sábio.
Aqui um resumo bem objetivo do que é a meditação não religiosa, ao alcance de qualquer um que queira praticar e conferir seus benefícios.
O texto traz um breve histórico sobre meditação e algumas das diferentes linhas de compreensão dessa importantíssima técnica, estudada e ampliada, atualmente, pelas ciências comportamentais e médicas. O comentário do texto discute a importância de considerar a meditação como coadjuvante de procedimentos psicoterapêuticos.
Esse texto é um apanhado simples, porém profundo, das condições facilitadoras do aprendizado de como iniciarmos um caminho meditativo. Os seus comentários ampliam a discussão da meditação como um caminho espiritual e não uma barganha para ser "mais feliz" ou "mais calmo".
Existem cada vez mais pesquisas sobre os efeitos da Meditação sobre os seres humanos. Essa prática existe há milênios praticada nos mais diferentes cantos do mundo sob a iniciativa religiosa de vários modelos. Atualmente os estudos científicos sobre essas diferentes práticas, como vemos bem resumidos no texto acima, mostram que várias das modalidades meditativas “funcionam” bem nos testes e medições que fazem – como dizem, também há milênios – seus praticantes.
Neste pequeno capítulo deste pequeno livro genial, totalmente instigante, Marti Lorenz discute a criança em nós todos: aquela parte nossa que consegue ensinar, modificar, incentivar, compreender e reverter a ignorância e a solidão de nosso (também muito nosso) imperador adulto.